O Bloco As Depravadas trouxe energia e alegria nas festividades de carnaval ocorridas na manhã deste sábado (07) no Calçadão da Barão, bem em frente ao Bar do Zé. A animação tomou conta do local, consolidando a tradição do carnaval de rua de Campo Grande.
Fundado em 1993 por jornalistas do Mato Grosso do Sul, o Bloco As Depravadas completa 34 anos de atividade, sendo o bloco mais antigo da capital. Surgiu de uma conversa casual em um bar, com o intuito de proporcionar um espaço de diversão e encontro social. O nome peculiar, considerado uma "manchete de jornalista", foi pensado para ser chamativo.
Musicalmente, a festa foi embalada por clássicas marchinhas com a banda Charanga das Depravadas, samba com Daran Júnior, além da energia do DJ Piti, garantindo o clima festivo da ocasião.
Eliane Nobre, coordenadora do bloco, destacou a importância da celebração no calçadão. Ela afirmou:
“A gente prega a ocupação do centro com alegria, com diversão, então pra gente é sempre uma alegria a gente poder retomar, retornar todos os anos aqui pro Bar do Zé, pra Barão do Rio Branco com a 14, que é esse tradicional centro comercial aqui do nosso município. O Bloco As Depravadas surgiu há 34 anos, a gente esse ano vai abrir as comemorações dos nossos 35 anos.”
Cissa Ribeiro, que participa desde a primeira edição, relembra:
“Eu trabalhava na assessoria de imprensa do então prefeito Lúdio Coelho, e aí nós jornalistas da assessoria resolvemos montar um bloco, né? E resolvemos que seria As Depravadas.”
Flávia Vicunha recorda a fundação do bloco, destacando que os 15 jornalistas foliões se reuniam sempre desejando brincar o carnaval, o que se tornou hoje um grande movimento organizado, parte da agenda oficial da cidade.
Silvana Valu, do Bloco Cordão da Valu, enalteceu a união entre os blocos de Campo Grande, ressaltando a importância do apoio mútuo:
“Nós somos um coletivo, hoje, dentro da ABC, da Associação de Blocos de Rua, Aglomerados Blocos de Rua de Campo Grande.”
Karla Valeska de Mello, atuante na promoção de cultura e diversidade, expressou a importância do apoio ao jornalismo e à cultura durante o carnaval, destacando o evento como um momento de expressão e união social.